<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401</id><updated>2009-09-26T18:36:45.337-07:00</updated><title type='text'>João Ferreira Dias | o blogue</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>140</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-2095200216892307769</id><published>2007-08-25T14:07:00.000-07:00</published><updated>2007-09-26T14:08:25.425-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Media'/><title type='text'>::ANOS D’OURO DA TV::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudei para o canal mais antigo de Portugal, a RTP, onde desfilava em traje de gala, a Gala dos 50 Anos da RTP. Esta maravilhosa viagem pelos tempos da televisão em Portugal, foi também uma viagem pelo álbum das memórias do país, pelo Serviço Público, pelos bons programas, pela informação no antigo regime, pelos sucessos desportivos, pelas crises políticas, pela vida. Foi também uma viagem pessoal através de músicas e imagens guardadas no lado esquerdo do cérebro, a emoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto tudo fez-me pensar naquilo que a televisão tem sido nos últimos 1o anos. Com a mercantilização dos conteúdos televisivos, motivada por um infoentretenimento nem sempre — ou quase nunca — de real interesse. Durante 30 anos a televisão serviu propósitos que o governo não foi capaz de servir, suprimiu lacunas sociais e tornou a educação e a formação cívica possíveis para aqueles que não tinham outra forma de o fazer. Hoje, mais do que nunca, a televisão necessita de reviver os seus anos de ouro. Carlos Pinto Coelho disse, e faço minhas as suas palavras, “peço à televisão que reencontre o serviço público”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-2095200216892307769?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/2095200216892307769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=2095200216892307769' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/2095200216892307769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/2095200216892307769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/08/anos-douro-da-tv.html' title='::ANOS D’OURO DA TV::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-3307348412349160176</id><published>2007-07-29T14:03:00.000-07:00</published><updated>2007-09-26T14:04:46.046-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>:: COMUNISMO E LUGARES COMUNS DO CINEMA AMERICANO::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cinema americano, independente do sucesso e do contributo inegável para a 7ªArte, é muitas vezes palco de repetidos lugares comuns. Situação particularmente verificável nos filmes de acção, onde ocorre a dictomia bem vs mal, e nos quais os americanos – representados através de soldados, forças especiais ou super-heróis – representando o lado do bem, se opõem a forças malignas, contribuindo para a salvação do planeta. Os Estados Unidos, são assim, repetidamente apresentados como guardiães da paz universal e como povo eleito, capaz de mudar os desígnios do mundo. Esta imagem contruída pela opinião pública e amplamente divulgada pelo cinema, tem como objectivo não só a auto-afirmação americana num plano interno — contribuindo para a formação de um objectivo comum fecundando valores de nação — com ainda, e sobretudo, pretende projectar-se ao nível externo. Aproveitando o sucesso global do cinema americano “vende-se” nas bilheteiras uma imagem de supremacia americana, construindo o ideia de que precisamos dos EUA para nos sentirmos seguros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À parte desta umbiguismo cinematogrático americano, outro lugar comum tem sido, ainda na dictomia bem/mal, a escolha da Rússia (e ex-URSS) como agente do caos e da desordem universal, como responsáveis por atentados à segurança americana (cliché americano) e permanentes fecundadores de conspirações anti-americanas. Filmes como o 007 ou os protagonizados por Steven Seagel (são meros exemplos) retratam bem esta imagem que ultrapassou a Guerra Fria e se mantém até hoje. Mesmo em filmes ou séries de televisão cuja temática não seja exactamente a guerra EUA/Rússia, mas que envolvam situações de perigo público, os malfeitores são na maioria dos casos agentes secretos da Rússia e ex-agentes KGB, ou então os seus nomes são de ascendência soviética (nos casos mais dissimulados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, portanto, preciso que o cinema americano procure novas formas de abordar o terror e o perigo público, ultrapassando a ameaça soviética, hoje em dia pouco realista.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-3307348412349160176?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/3307348412349160176/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=3307348412349160176' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3307348412349160176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3307348412349160176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/07/comunismo-e-lugares-comuns-do-cinema.html' title=':: COMUNISMO E LUGARES COMUNS DO CINEMA AMERICANO::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-6730598599590393285</id><published>2007-07-22T14:01:00.000-07:00</published><updated>2007-09-26T14:03:03.750-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Media'/><title type='text'>::BLOGUE VS CORREIO DOS LEITORES?::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Boa parte dos indivíduos, perante uma notícia, fenómeno ou acontecimento social, formulam opiniões. A interpretação dos fenómenos e a formulação de critérios e modelos de abordagem do real constituem-se como comportamentos sociais recorrentes inerentes ao ser humano, isto é, a vivência social leva-nos a interpretar os acontecimentos de determinada forma ao mesmo tempo que nos força a interpretar esses mesmos acontecimentos. A experiência social configura-nos para a reflexão do real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se todos nós formulamos opiniões acerca dos acontecimentos do quotidiano — mais ou menos mediatizados — é natural que haja uma necessidade de expressarmos essas mesmas impressões. À tradicional ‘conversa de café’ sucedeu-se o correio dos leitores dos jornais. Este espaço apresenta uma dinâmica diferente dos bitaites de um café. Primeiro, o correio dos leitores é selectivo. Isto significa que serão publicadas aquelas cartas que se enquadrem nos parâmetros definidos pelo jornal, parâmetros esses definidos em função da qualidade da escrita, da pertinência do assunto, da linha editorial do jornal e do politicamente correcto. Portanto, o correio dos leitores não é democrático, embora seja democratizante — uma vez que tende a estar ao dispor de todos os cidadãos, sem excepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque o correio dos leitores não é garantia da voz de todos, nasceu uma ferramenta no ciberespaço capaz de albergar, agora sim, de modo intrinsecamente democrático e liberal, todas as opiniões e bitaites, da mais válida ao mais desconcertante desvario, sem parâmetros e critérios — além do bom-senso do autor. Falo, claro está, do blogue ou weblog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, o blogue é a ferramenta última da possibilidade infinita de expressão e exposição. Claro que, com a imensa oferta blogosférica, boa parte dos blogues não terão a leitura que tem um correio do leitor. Mas isso já é resultado de outros factores: primeiro do mediatismo do seu autor, segundo da pertinência da temática, terceiro da qualidade da postagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-6730598599590393285?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/6730598599590393285/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=6730598599590393285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6730598599590393285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6730598599590393285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/07/blogue-vs-correio-dos-leitores.html' title='::BLOGUE VS CORREIO DOS LEITORES?::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-8979747372138486118</id><published>2007-07-16T15:45:00.000-07:00</published><updated>2007-11-18T15:46:43.486-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::O ERRO DESFRAGMENTADO::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"   &gt;O amigo&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;a href="http://asuldopolosul.blogspot.com/"&gt;Tiago Viana&lt;/a&gt;, &lt;span style="color:black;"&gt;camarada deste cantinho cibernético que é a blogosfera portuguesa, em relação a&lt;/span&gt; &lt;a href="http://kontraste.wordpress.com/2007/07/15/479-costa-do-parque-ou-da-revista-portuguesa/"&gt;este post&lt;/a&gt;, &lt;span style="color:black;"&gt;diz o seguinte: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;" &gt;&lt;a href="http://kontraste.wordpress.com/2007/07/15/479-costa-do-parque-ou-da-revista-portuguesa/#comments"&gt;Não há volta a dar. Já houve sucessivas tentativas de reabilitar o teatro de revista. Mas as pessoas simplemente não vão! Em parte porque este teve o seu auge no período da ditadura em que era uma forma de crítica social velada… Mas esse tempo passou e as gerações seguintes (e mesmo as anteriores) já não vão ver este género de espetáculo&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"   &gt;Para já agradeço o comentário, é sempre positivo e reforço da motivação quando um post suscita a discussão.  As &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;tentativas de reabilitar o teatro de revista&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; a que o Tiago se refere são, na verdade, tentativas politizadas, isto é, aconteceram em boa medida na esfera política e neste sentido nos media. O teatro de revista tem sobrevivido por conta própria e às custas da vontade de Hélder Costa e das produções da &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Toca dos Raposos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; — empresa do casa José Raposo e Maria João Abreu — e bem, assim, do forte e positivo apoio da TVI. Portanto, as tentativas de reabilitação do Parque Mayer e do Teatro de Revista foram, &lt;u&gt;sempre&lt;/u&gt;, internas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"   &gt;Segundo. Concordo que o auge do Teatro de Revista foram os anos 40, 50 e 60. Isso eu já havia referido. Todavia, os anos posteriores, incluindo o passado recente (quase presente) tem visto no Parque Mayer, mais precisamente no Maria Vitória, boas e muito boas revistas, com revisteiros que não deixam ficar mal o nome da Revista à Portuguesa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"   &gt;Terceiro e mais importante. Há um erro comum que é preciso desfragmentar: não é verdade que as pessoas não vão ver a revista. Este tem sido o argumento daqueles que pretende ver a revista finada e usar o recinto do Parque Mayer para fins que não os culturais. A verdade é que a cada nova revista que estréia no Parque Mayer por semanas a fio temos casas lotadas, tanto no Mayer quanto no Sá da Bandeira. Nos últimos anos tenho acompanhado boa parte das revistas – algumas das quais cheguei a ver tantas vezes que já sabia as rábulas de cor — e posso afinçar que raras vezes não tive de esperar na fila para entrar. A cada nova revista são marcadas dezenas de excursões de todo o país (em especial da região norte) com destino ao Parque Mayer. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"   &gt;Portanto, quando se diz que as pessoas não vão ver a revista, temos que ter presente a fonte da mensagem. Para muitos esta é a informação que é preciso passar. É irreal pensarmos que o Teatro de Revista, os presentes moldes de programação e apoios, seja capaz de ter um papel social e uma força aglutinadora que tinha à 30 e 50 anos atrás. Mas a mesma não perdeu o seu fôlego de crítica política e social. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-8979747372138486118?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/8979747372138486118/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=8979747372138486118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8979747372138486118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8979747372138486118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/07/o-erro-desfragmentado.html' title='::O ERRO DESFRAGMENTADO::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-1258537660873844842</id><published>2007-07-15T15:38:00.000-07:00</published><updated>2007-11-18T15:40:44.386-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::COSTA DO PARQUE (OU DA REVISTA À PORTUGUESA)::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;Confirmando-se a vitória de &lt;a href="http://costadocastelo.blogspot.com/"&gt;António Costa&lt;/a&gt; para a Câmara de Lisboa confirma-se também o fim do Parque Mayer e da &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;revista à portuguesa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. O teatro de revista tem feito parte da história teatral e cultural do nosso país, marcando amplamente a vivência da oposição durante o regime autoritário em que Portugal esteve encarcerado. Com um forte pendor satírico e de crítica social e política, mesclam-se em palco momentos de drama, comédia e musicais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;É lamentável, digo eu, que sucessivos governos tenham suplantado o interesse histórico-cultural por interessentes estritamente económicos. Portugal continua a ser um país a braços com a despreocupação cultural. É inegável a necessidade de aliar produção cultural — que tem elevados custos — a rentabilização económica, aliás, cultura e lucro não têm de estar em cantos opostos. No entanto, para que da programação cultural se retirem ganhos é forçoso que se façam investimentos nessa área. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;Quando se diz que o teatro de revista se perdeu no tempo e que é incapaz de captar novos públicos, está-se a procurar uma justificação para a aplicação da pena de morte. Cruzam-se os braços e encolhem-se os ombros, ao invés de se arregaçar as mangas. A revista à portuguesa, tal como o nome indica, é um género teatral cujos contornos são genuinamente portugueses. Por isso, é fundamental que se olhe para o teatro de revista, no Parque Mayer ou noutro local, como uma marca da nossa tradição, cujas ramificações tocam o teatro de GilVicente. Neste sentido, &lt;u&gt;para a preservação da revista à portuguesa requerem-se medidas simultaneamente de direita e de esquerda. Isto é, à direita pede-se emprestada a preocupação com os valores e costumes tradicionais e a necessidade de preservação dos mesmos, e da esquerda importa-se a projecção vanguardista dos espaços e programações culturais e a preocupação com a educação e formação cultural popular&lt;/u&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;No que concerne ao recinto do Parque Mayer, acredito numa solução cultural. Ou seja, na requalificação do espaço oferecendo diversidade de programas culturais — concertos, exposições, teatro dos mais variados géneros, etc — criando no local um parque cultural da cidade de Lisboa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="" style="'width:198.75pt;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\DEFINI~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" href="http://www.70-200.net/Galeria/albums/espectaculos/revista/normal_rev14.jpg"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/DEFINI%7E1/Temp/msohtml1/01/clip_image001.jpg" shapes="_x0000_i1025" border="0" height="400" width="265" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;::© Rábula de José Raposo representando o poeta Ary dos Santos, em &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A Revista é Liiinda&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;!. Foto de &lt;a href="http://www.70-200.net/Galeria/profile.php?uid=1"&gt;Arlindo&lt;/a&gt;::&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-1258537660873844842?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/1258537660873844842/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=1258537660873844842' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/1258537660873844842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/1258537660873844842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/07/479-costa-do-parque-ou-da-revista.html' title='::COSTA DO PARQUE (OU DA REVISTA À PORTUGUESA)::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-7391495013851349536</id><published>2007-07-03T15:40:00.000-07:00</published><updated>2007-11-18T15:41:47.924-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::MODERN TIMES::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Já &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://kontraste.wordpress.com/2007/02/28/315-graffiti-illegal-art/"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;" &gt;aqui havia falado de graffiti&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;, mas surgiu uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/ny/"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;" &gt;nova informação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;, pelo que voltar ao assunto nunca é demais — a menos que nada de novo se tenha para dizer. Marília Martins, correspondente d’O Globo em Nova Iorque, refere uma série de ataques contra a arte de rua, graffiti, assinados por um tal de &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Splasher&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Ao contrário do que aconteceria em Portugal, o objectivo de &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;splasher&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, não é propriamente banir o graffiti como sinónimo de arte moderna. Antes protesta contra uma &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;“arte subserviente ao mercado e à sociedade de consumo”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Estamos, portanto, perante uma vivência distinta da arte urbana. O graffiti norte-americano tem servido, na última década, como mostra de talentos, não só para as galerias de arte moderna como para o frenético mundo do design gráfico. Shepard Fairey é um exemplo de um &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;graffer&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; cujos dotes têm sido usado no mundo publicitário e expostos em galerias. Numa festa organizada na Galeria Johnny LeVine, Chelsea, NY, em homenagem a Shepard Fairey, um grupo distribuiu um manifesto de 16 páginas, cuja capa apresentava uma imagem criada por Fairey manchada de tinta. No referido texto, Splasher afirma que sob este nome se reune um grupo de artistas protestando contra a péssima qualidade da arte em Nova Iorque. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Um movimento alternativo, fruto da abertura artística e das inúmeras possibilidades de oportunidade. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;"  lang="EN-GB"&gt;Modern times so far from us.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-7391495013851349536?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/7391495013851349536/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=7391495013851349536' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/7391495013851349536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/7391495013851349536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/07/modern-times.html' title='::MODERN TIMES::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-8954568637463198155</id><published>2007-06-27T13:53:00.000-07:00</published><updated>2007-09-26T13:58:41.744-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogues'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/wp-content/themes/FastTrack/img/greentopa.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma rápida ida ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Público&lt;/span&gt; e um click na coluna dos blogues internos, levou-me até ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ponto Media,&lt;/span&gt; um blogue de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;António Granado&lt;/span&gt;. Já não passava lá há uns tempos, pelo que optei por tomar este blogue como tema de reflexão: o que se passa com o Ponto Media? Porque não é ele um blogue aglutinador? O sucesso de um blogue é medido por duas coisas: pelo seu sitemeter e pelo número de blogues e sites que o linkam.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O sitemeter do Ponto Media estatifica em 170 o número de visitas diárias únicas, o que é muito baixo atendendo ao facto de A. Granado ser jornalista do Público e o Ponto Media estar alojado nos blogues do mesmo jornal. Em termos de linkagem, o technorati regista um número de 1,817 blog reactions. É certo que tudo isto é relativo, uma vez que quantidade não pressupõe qualidade. Não pressupõe mas faz pressupor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois temos também uma questão cultural. A blogosfera portuguesa é uma blogosfera muito politizada, por um lado, ou muito voyeur por outro. Blogues temáticos, embora do ponto de vista formal do ciberespaço correspondam a uma mais valia maior, do ponto de vista da vida blogosférica não apresentam uma dinâmica de visitas e feedback à altura daquilo que proporcionam. O facto do Ponto Media ser um blogue sobre as ciências da comunicação reduz amplamente a procura diversificada. Para além disto, o Ponto Media, é um blogue de linkagem externa, o que significa que se afasta bastante daquilo que em Portugal se procura na blogosfera, e se aproxima mais do conceito de blogue anglo-saxónico. Em Portugal as pessoas procuram opinião num blogue, crítica, análise, reflexão, procuram algo que espelhe o seu autor, e isso no Ponto Media não existe com regularidade. Esta vertente internacional do Ponto Media ficou bem patente no reconhecimento alcançado com os Deutsche Welle International Weblog Awards 2004. Aí  o Ponto Media foi considerado pelo júri o melhor blogue jornalístico em português. «António Granado oferece uma variedade de links relevantes para todos os que se interessam pela revolução mediática que estamos a viver», afirma José Luís Orihuela, um dos membros do júri que também é blogger. «O Ponto Media é um blogue para jornalistas, investigadores dos media, estudantes e bloggers», acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ponto Media, é um blogue de referência mas não para a blogosfera portuguesa. Isto não é bom nem mau, isto é, é bom ou mau consoante os objectivos que A. Granado se propõe a atingir com o sue blogue. Tudo o resto é relativo. E com isto relembro que estas palavras também se aplicam ao blogue &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Engrenagem&lt;/span&gt; de João Pedro Pereira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-8954568637463198155?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/8954568637463198155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=8954568637463198155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8954568637463198155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8954568637463198155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/06/uma-rpida-ida-ao-pblico-e-um-click-na.html' title=''/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-82940984997748751</id><published>2007-06-18T13:59:00.000-07:00</published><updated>2007-09-26T14:01:20.923-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::UM COPO, DUAS CONVERSAS E UM MOTEL::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="" style="'width:429.75pt;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\DEFINI~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" href="http://img516.imageshack.us/img516/9135/bannersexoekontrasteslg2.jpg"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;::APRESENTAÇÃO::&lt;/span&gt; A temática da sexualidade, embora permaneça tabu em diversas sociedades, está presente no quotidiano do ser humano. Quer se fale do assunto, quer não, a verdade é que a discussão acerca da sexualidade é um caminho essencial para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e para uma vivência sexual mais rica e compensadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A blogosfera feminina tem feito sucesso muito à custa da necessidade e do desejo de conhecer o pensamento feminino, ainda assim, nesta blogosfera de cromossoma Y há mais cidade do que de sexo. Não prometo que esta seja uma rúbrica diária, até porque o Kontrastes 2.o tem outras rúbricas igualmente válidas. No entanto, estejam atentos porque ela estará por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Sábado desta semana fez capa, por sinal sugestiva, com um novo comportamento sexual em voga, especialmente nas cidades: “mulheres que têm sexo com estranhos”. Segundo o semanário, um estudo revela que 50% das mulheres portuguesas já tiveram relações sexuais de uma só noite. Isto é sinal de duas coisas distintas: primeiro que os media entendem e sabem que a sexualidade é um tema que vende, por muito que as pessoas fingam não ter aptidão para a leitura destes assuntos. A verdade é que desde a revista Maria, no caso português, que os media e o sexo sempre andaram de braço dado. Aliás, boa parte do sensacionalismo advém de escândalos sexuais — caso Clinton/Legwinsky. Segundo, que o comportamento social das pessoas alterou-se ao nível da sexualidade. Hoje as pessoas preferem relações fugazes e sem responsabilidades ao mesmo tempo que o prazer imediato está mais acessível. A oferta sexual é maior, porque mais pessoas estão disponíveis para o speed dating, e como quase todos andam ao mesmo basta um copo, duas conversas e um motel para passar das palavras aos actos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-82940984997748751?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/82940984997748751/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=82940984997748751' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/82940984997748751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/82940984997748751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/06/um-copo-duas-conversas-e-um-motel.html' title='::UM COPO, DUAS CONVERSAS E UM MOTEL::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-2804705779644925831</id><published>2007-05-04T13:46:00.000-07:00</published><updated>2007-09-26T13:52:40.859-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Media'/><title type='text'>::e-botox::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A minha pesquisa de informação para a postagem diária, tem no ciberespaço o seu local privilegiado, pelo que não é por isso de estranhar que me encontre, de quando em vez a reflectir sobre a apresentação gráfica dos diversos periódicos digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque a apresentação estética de um site ou blogue é o seu cartão de visita, jornais como o Expresso e o Público, redobram a sua atenção face ao layout das suas páginas web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornal que pior vende a sua imagem é o Jornal de Notícias (JN).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://img56.imageshack.us/img56/259/jn2yn1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;::a descuidada apresentação do JN é fundamental para o reduzido fluxo de leitores quando comparado com outros jornais online::&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A escassez de visitas que este diário portuense apresenta, quando comparado com outros o Correio da Manhã, Diário de Notícias, Expresso ou Público, não se trata tão somente da menor credibilidade ou popularidade que este goza face aos demais. Porque no online a capacidade de resposta e actualização são factores cruciais, muito mais do que a tiragem e fidelização que se verifica no impresso, há então aí um campo fértil para a conquista de leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pela sua incapacidade de resposta e estímulo visual que o JN se perde na guerra de ciberaudiências. Há ali qualquer coisa de desorganizado, démodé, pouco apelativo…falta, pois, o recurso à imagem, às fotos, ao jogo de cores, isto é, falta de sedução de públicos. Até mesmo a presença de blogues filiados, denotando uma preocupação e acompanhamento das ofertas cibernéticas, bem com os dossiers temáticos, não são capazes de reposicionar a leitura da página. Face à apresentação do restante, tais separadores têm o condão de destoar.&lt;br /&gt;O e-botox é cada vez mais uma marca dos media modernos. É crucial acompanhar o seu desenvolvimento sob pena de se perder no tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-2804705779644925831?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/2804705779644925831/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=2804705779644925831' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/2804705779644925831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/2804705779644925831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/05/e-botox.html' title='::e-botox::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-8049893541847936242</id><published>2007-04-09T12:00:00.000-07:00</published><updated>2007-11-18T15:27:54.303-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogues'/><title type='text'>::Kontrastes em entrevista::</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;A &lt;a href="http://www.impressaoonline.blogspot.com/"&gt;Ariani Caetano&lt;/a&gt; passou pelo &lt;strong&gt;Kontrastes 2.0&lt;/strong&gt;, gostou do que viu e leu e resolveu convidar o blogger que vos escreve todos os dias para uma conversa em jeito de entrevista, onde se falou de blogues como não poderia deixar de ser, mas também de jornalismo e ciberjornalismo. Foi um prazer e uma oportunidade de reflexão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Convido-vos a ler a conversa porque vale a pena, afinal, muitas das respostas são o resultado de uma estadia de 3 anos na blogosfera e 4 anos na faculdade. Não é longe está já &lt;strong&gt;&lt;a href="http://impressaoonline.blogspot.com/2007/04/jornalismo-online-um-brao-do-jornalismo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(153, 153, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(64, 128, 128);font-family:Georgia;" &gt;&lt;strong&gt;[Exemplo de uma resposta]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="" src="http://img296.imageshack.us/img296/5686/blockquoterw6.jpg" align="left" border="0" hspace="2" vspace="2" /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 192);"&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;De que forma as novas tecnologias e o acesso à internet têm mudado o fazer jornalístico?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 192);"&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;A globalização criou fluxos de informação constantes, é aí que reside o sucesso do digital, estar sempre atualizado e informado, ter sempre informação para dar. É o fast food do jornalismo.&lt;/em&gt;&lt;/u&gt; [&lt;a href="http://impressaoonline.blogspot.com/2007/04/jornalismo-online-um-brao-do-jornalismo.html"&gt;Ler toda a entrevista&lt;/a&gt;                              ]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-8049893541847936242?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/8049893541847936242/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=8049893541847936242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8049893541847936242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8049893541847936242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/04/kontrastes-em-entrevista.html' title='::Kontrastes em entrevista::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-6795336946195096982</id><published>2007-03-28T15:37:00.000-07:00</published><updated>2007-11-18T15:38:12.544-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::DESENCANTOS DA CULTURA EM PORTUGAL::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Sabemos que todos os projectos culturais, &lt;u&gt;por norma&lt;/u&gt;, para que vejam a luz do dia requerem sorte, sorte ou bons conhecimentos que se transformem em patrocínios e apoios financeiros. Isso sabemos que não é tarefa fácil. A procura incessante de patrocínios/mecenatos não difere em muito de um peditório porta à porta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;No entanto, à regra sucede sempre a excepção. Esse é o caso do &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Museu da Irmã Lúcia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; no Carmelo de Coimbra, que estará pronto daqui a dois meses. Segundo o DN, os custos da obra estão a ser assegurados, na sua maioria por donativos, vindos em especial dos Estados Unidos, Irlanda e Espanha, países de emigração portuguesa e de fervorosa vivência católica. [&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2007/03/27/sociedade/museu_irma_lucia_carmelo_coimbra_fic.html"&gt;link&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;O acervo permanente constará de objectos pessoais da Irmã Lúcia, como o seu hábito, e objectos oferecidos à falecida carmelita, como uma batina e um paramento do Papa João Paulo II. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Acreditanto que a museologia tem por base a mais-valia cultural e expositiva, permanece a dúvida do real interesse na construção de tal museu. É que dar ao povo aquilo que ele quer representa um perigo, porque a &lt;u&gt;cultura popular não deve ser confundida com manifestações de massas&lt;/u&gt;. E no presente caso estamos a falar de uma clara manifestação de massas, uma construção de significados em torno de uma figura que viveu em clausura e à qual são atribuídas vivências religiosas temporalmente e historicamente necessárias — porque o derrube da I República e a ascensão de Salazar de uma direita católica encontrou nos supostos milagres de fátima o catalisador de uma nova e fervorosa vivência católica de massas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;São retratos de desencantos culturais em Portugal, ao mesmo tempo que são pinceladas de uma religiosidade fervorosa e não reflexiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-6795336946195096982?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/6795336946195096982/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=6795336946195096982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6795336946195096982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6795336946195096982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/03/desencantos-da-cultura-em-portugal.html' title='::DESENCANTOS DA CULTURA EM PORTUGAL::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-5433769837068342009</id><published>2007-03-18T15:49:00.000-07:00</published><updated>2007-11-18T15:50:20.488-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::BLOOD DIAMOND::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Ontem tive a oportunidade de ver o filme de Edward Zwick, “Blood Diamond”, com Leonardo Di Caprio, Jennifer Connelly, Djimou Hounsou, Michael Sheen e Arnold Vosloo, nos principais papéis. Djimou Hounsou volta a estar ao seu melhor nível depois das excelentes interpretações em “O Gladiador” e “Amistad”. Quanto a Di Caprio, o nome chamativo deste filme, aparece mais maduro e adulto, deixando para trás a imagem rebelde construída em “Basketball Diary”, “Romeu e Julieta” e ” A Praia”, caminhando a passos largos para a consagração. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;“Blood Diamond” é uma viagem ao interior de África, um retrato do valor da vida e dignidade humana num continente esquecido e explorado. A instabilidade interna causada pelas forças em confronto — governo e rebeldes — tem sempre &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;" allowoverlap="f"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\DEFINI~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" title="250px-Cinematographo_Aparelho"&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;associado outros valores e interesses que a libertação do povo. O comércio ilegal de diamantes serve de pano de fundo ao filme, num bailado que mistura oportunismo, vontade de mudar o rumo dos acontecimentos, a luta de um homem pela família, o recrutamento de crianças-soldados, a passividade dos governos, o diálogo eternos das Nações Unidas, os interesses comerciais das grandes empresas americanas que financiam o massacre em África para que &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;“um otário gaste três salários num cachucho para a noiva”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Vale a pena pensar nas mãos e vidas que são tiradas para que no ocidente se ofereça colares, anéis, brincos e pulseiras de diamantes. Isto é domínio público, sabe-se mas não se quer saber. Afinal, uma vida humana em África não vale mais que a vida do hamster de uma família americana. E as tragédias africanas vão passando entre os resultados desportivos e a previsão metereológica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  lang="EN-GB" &gt;TIA - This Is Africa.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-5433769837068342009?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/5433769837068342009/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=5433769837068342009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/5433769837068342009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/5433769837068342009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/03/blood-diamond.html' title='::BLOOD DIAMOND::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-3274566045756881478</id><published>2007-03-15T11:58:00.000-07:00</published><updated>2007-09-04T11:58:40.129-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Media'/><title type='text'>::blogvitae::</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:100%;"&gt;Poderão os blogues funcionar como CV’s? Esta é uma questão que me chamou a atenção no site do jornal Sol [&lt;a href="http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=25657"&gt;link do assunto&lt;/a&gt;]. Rod Boothby, autor do blogue &lt;a href="http://www.innovationcreators.com/"&gt;Innovation Creators&lt;/a&gt;, conclui que contratar um blogger envolve menos riscos, uma vez que o empregador conhece as capacidades do novo trabalhador. &lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:100%;"&gt;Contactados pela Agência Lusa, &lt;a href="http://www.josecarlosabrantes.net/"&gt;José Carlos Abrantes&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://memoriavirtual.net/"&gt;Leonel Vicente&lt;/a&gt;, afirmam que no nosso país existem casos de bloggers contratados para novas funções, graças à notoriedade dos seus posts. Segundo JCA, este &lt;em&gt;“é o efeito da maior exposição”&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:100%;"&gt;Não há dúvida que um blogue é um espelho para o ser, mas como todo o espelho o que vemos é um reflexo do real. Na blogosfera, como no ciberespaço em geral, a reconstrução de identidades é possível, e aquilo que um blogger é nem sempre encontra correspondência no ser humano ou no profissional que dá vida ao espaço virtual. Do mesmo modo, é importante salientar que esta adaptação curricular de um blogue ganha maior projecção se tivermos em conta áreas específicas como a comunicação, o multimédia, webdesign ou marketing. Isto é, o BlogueVitae alimenta-se primordialmente das ciências da comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:100%;"&gt;Entretanto, no seu artigo, Maria João Nogueira, do servidor Sapo, afirma que existe uma média de 300 novos blogues criados diariamente no seu&lt;a href="http://blogs.sapo.pt/"&gt; servidor&lt;/a&gt;. Um número impressionante que espelha bem a importância crescente da blogosfera e o sucesso das tecnologias de comunicação e informação. Este número, contudo, é sempre enganador, uma vez que muitos blogues têm a duração de uma mão cheia de &lt;em&gt;posts. &lt;/em&gt;No que concerne à qualidade, aí não poderia ser mais subjectiva e falaciosa a análise.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-3274566045756881478?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/3274566045756881478/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=3274566045756881478' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3274566045756881478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3274566045756881478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/03/blogvitae.html' title='::blogvitae::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-6891317588516347013</id><published>2007-03-08T15:35:00.000-08:00</published><updated>2007-11-18T15:36:37.703-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::É A CULTURA, ESTÚPIDO::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;" &gt;Se mais factos não houvessem que comprovassem a deficiente democracia portuguesa, a ineficiente gestão cultural — tanto das instituições culturais privadas, quer das instituições tuteladas pelas autarquias e Ministério da Cultura — serviria de espelho límpido. À medida que os países do velho continente e do restante mundo ocidental vão apostando na &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;preservação e promoção culturais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, cientes que a cultura é um espelho das preocupações sociais e da &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;consciência histórica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, os sucessivos governos portugueses vão reduzindo o orçamento do MC. Não é por isso de estranhar que o Instituto Camões se encontre à margem do seu homólogo Cervantes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:olive;"  &gt;“O encerramento ao público de algumas salas expositivas de museus nacionais, devido à falta de vigilância, está a motivar queixas dos visitantes, impedidos de entrar por motivos de segurança. O presidente do Instituto Português de Museus (IPM), Manuel Bairrão Oleiro, confirmou que o problema tem vindo a agravar-se nos últimos anos e afecta a quase generalidade dos 29 museus nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:olive;"  &gt;“A aposentação de vigilantes sem possibilidade de substituição, devido à não renovação dos quadros de pessoal dos museus, tem levado a esta situação. As direcções dos museus acabam por decidir encerrar salas para segurança das obras”, explicou.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 192);font-family:Georgia;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:olive;"  &gt;“&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:olive;"  &gt; [&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1287631"&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Link&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;" &gt;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta notícia publicada hoje na edição online do Público, deixa transparecer tudo o que escrevi nas linhas acima. Para nós profissionais da cultura o panorâma actual não está favorável. As instituições não têm orçamento e os equipamentos culturais locais (museus e centros culturais) funcionam de forma deficiente, usando muitas vezes pessoal precário. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-6891317588516347013?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/6891317588516347013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=6891317588516347013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6891317588516347013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6891317588516347013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/03/cultura-estpido.html' title='::É A CULTURA, ESTÚPIDO::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-3154467989911941114</id><published>2007-03-04T15:30:00.000-08:00</published><updated>2007-11-18T15:35:06.228-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::SERIEDADE, QUE FALTA FAZES!::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;a href="http://agualisa6.blogs.sapo.pt/221085.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 192);"&gt;João Tunes já se tinha debruçado sobre a questão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, anteriormente, relembrando que é preciso falar de Salazar com naturalidade. No entanto, como seria de esperar, &lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&amp;amp;id_news=265581"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 192);"&gt;os confrontos só foram evitados graças à intervenção da GNR&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, uma vez que os ânimos estavam mais do que exaltados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&amp;amp;id_news=265581"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 192);font-family:Georgia;" &gt;Os ânimos exaltaram-se hoje quando dezenas de jovens gritando vivas a Salazar tentaram aproximar-se dos participantes na reunião da União de Resistentes Anti-Fascistas à saída do salão municipal de Santa Comba Dão.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="leadartigo"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;No meio desta confusão tão latina, o mais importante fica por abordar. A imprensa, mais uma vez, despotelou os confrontos e aqueceu os ânimos. A sociogénese da questão remete-nos para um processo mal resolvido de pós-ditadura salazarista. A proximidade temporal e a psicologia lusitana leva a comportamentos pouco racionais. Os media, mais uma vez, optam pelo sensacionalismo da questão deixando um vazio de clarificação e de procura da seriedade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="leadartigo"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A criação de um Museu em Santa Comba Dão, cujo propósito expositivo e de acervo será António de Oliveira Salazar, representa uma preocupação histórica, política e cultural, importante. Recuperar o trajecto de vida de Salazar, apresentar aos públicos através de exposições e iniciativas de Serviço Educativo, aspectos da formação escolar e académica do ditador português, colecções fotográficas de vivências e documentos do período de Estado Novo, é a única forma de lidar com seriedade com um período conturbado (tanto mais pela proximidade temporal) da História de Portugal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="leadartigo"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Haja seriedade no tratamento da questão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-3154467989911941114?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/3154467989911941114/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=3154467989911941114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3154467989911941114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3154467989911941114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/03/seriedade-que-falta-fazes.html' title='::SERIEDADE, QUE FALTA FAZES!::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-7911006532160235671</id><published>2007-02-28T15:47:00.000-08:00</published><updated>2007-11-18T15:49:09.188-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões Sociais'/><title type='text'>::GRAFFITI, ILEGAL ART?::</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;As manifestações através das pinturas em murais atravessa toda a humanidade. Desde as pinturas rupestres às manifestações políticas romanas, passando pela pintura de capelas e igrejas, todo o registo através da pintura exterior ou interior de edifícios ou construções, representa um processo de criação artística e registo que tem permitido entender valores e comportamentos de uma dada época ou contexto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;A discussão em torno do graffiti tem motivado os mais diversos artigos na imprensa portuguesa e internacional (&lt;a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20070228%26id%3D10910746"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 128, 64);"&gt;como é o caso do público de hoje&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), e para alegrias de uns e pesar de outros, o graffiti veio para ficar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Palavra de origem italiana (plural de graffito), significa &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;“marca ou inscrição feita em muro”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, e tem origem no Império Romano. Ao contrário do que se veicula rapidamente, o graffiti, não tem por objectivo a vandalização fácil da malha urbana, embora tal possa acontecer. O graffiti que hoje está patente nas mais diversas cidades do mundo ocidental (e não só) é o resultado da globalização de uma cultura afro-americana surgida nos anos 80, o Hip-Hop. O protesto contra as políticas socias e descriminação étnica, a vontade de expressar uma contracultura, ou a delimitação de zonas de gangues/crews, representam alguns dos motivos de expressão através do graffiti. Certo é que em cidades de intensa vida artística, como New York ou Berlin, o graffiti tem servido como mostra de trabalhos artísticos de novos talentos, o que deixa transparecer que as galerias de arte contemporânea entendem o graffiti não como vandalismo mas como uma arte urbana e que, cada vez mais, caracteriza as sociedades modernas. Isso é fundamental. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;No entanto, não é possível negar que existe uma fronteira no graffiti que delimita o que é arte e o que é vandalismo puro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="" style="'width:4in;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\DEFINI~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" href="http://www.graffiti.org/portugal/dezor_faro_portugal.jpg"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/DEFINI%7E1/Temp/msohtml1/01/clip_image002.jpg" shapes="_x0000_i1025" border="0" height="271" width="384" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Este graffiti assinado por &lt;span style="color: rgb(255, 184, 149);"&gt;Dezor&lt;/span&gt; e localizado em Faro, é um bom exemplo daquilo que pode ser arte urbana de qualidade e vandalismo. O graffiti propriamente dito, ocupando a parede da malha urbana, dá um colorido interessante à cidade, dada a manifesta qualidade estética do mesmo. No entanto, as assinaturas (tags) no banco de rua são um acto de vandalismo, uma vez que não conferem singularidade e beleza ao referido objecto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Em suma, o graffiti é inegavelmente uma arte urbana contemporânea, e deve ser alvo de atento apoio institucional. Somente através da criação de zonas destinadas ao graffiti e do apoio aos seus autores (writers) poder-se-à combater o graffiti marginal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;a href="http://graffiti.org/"&gt;site para vizualização de graffiti nos mais diversos países do globo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-7911006532160235671?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/7911006532160235671/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=7911006532160235671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/7911006532160235671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/7911006532160235671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/02/graffiti-ilegal-art.html' title='::GRAFFITI, ILEGAL ART?::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-8763300925659033713</id><published>2007-01-24T14:09:00.000-08:00</published><updated>2007-09-26T14:10:20.069-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Media'/><title type='text'>::Transparência à portuguesa::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O jornal «Expresso» tem, na sua edição online, um fórum sem dúvida peculiar. A pergunta é a seguinte: “Um teatro municipal deve prestar um serviço público ou ser um negócio lucrativo?”. Para mim, enquanto profissional da Cultura, esta pergunta não passa do resultado de um português tacanho, mal modernizado e ainda muito preso ao sentido de Estado-Provedor. A construção e/ou aquisição de equipamentos culturais municipalizados resultado de um processo de descentralização cultural. Um teatro, um museu, um centro cultural, municipais servem o propósito de proporcionar aos habitantes de dada localidade o acesso a produtos culturais, fazem claro está um serviço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o que parece ser muito português é esta ideia de que o serviço público não pode estar associado a um carácter lucrativo. O que resulta deste pensamento arcaico? Espaços culturais sem condições de auto-suficiência, sem orçamentos adequados a dar resposta às novas necessidades culturais de requalificação programática e de infra-estruturas. Temos então, museus velhos e sem orçamento para exposições adequadas, a funcionar com princípios de museologia desajustada e ultrapassada, teatros sem orçamento para novos espectáculos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pensa que uma Câmara Municipal tem o dever de prestar serviço público cultural e acarretar com todos os gastos, está apenas a pensar em câmaras municipais de grandes orçamentos, esquece todavia os municípios de menor dimensão e menor orçamento. Eu prefiro ver um equipamento cultural numa gestão semi-privada (uma vez que a relação Câmara - Municipes não deve ser totalmente quebrada). O mecenato cultural, por exemplo, nunca fez mal à cultura, pelo contrário. Nisto, como em tantas outras coisas, continuamos à sombra do que há-de vir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-8763300925659033713?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/8763300925659033713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=8763300925659033713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8763300925659033713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8763300925659033713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2007/01/transparncia-portuguesa.html' title='::Transparência à portuguesa::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-8606559153647128739</id><published>2006-12-28T11:48:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:49:16.966-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade Portuguesa'/><title type='text'>::Geração KX,mais que rasca?::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;Um olhar atento sobre as gerações dos finais da década de 90 e início do novo século, dá-nos um resultado diferente das gerações anteriores. Hoje, a infância desaparece mais cedo e dá lugar a uma &lt;strong&gt;adolescência precoce&lt;/strong&gt;. As inquietações com a imagem, a preocupação com roupas, penteados e a &lt;strong&gt;estereotípia social&lt;/strong&gt; começam a manifestar-se entre os oito e os dez anos, quando uns anos antes, tal comportamento era recorrente entre os 12 e os 14 anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;A globalização trouxe uma classe etária adolescente totalmente nova. Mais aguerrida, irreverente, deseducada e ansiosa por &lt;strong&gt;vivenciar o mundo adulto a uma velocidade que não estava prevista&lt;/strong&gt;. Despertaram para uma oferta em massa de produtos novos — NTICs — e com elas acederam a um mundo mais rápido de troca de mensagens e &lt;strong&gt;reordenação de comportamentos e valores&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;A &lt;strong&gt;sexualidade tornou-se um produto banal&lt;/strong&gt; e o seu consumo por esta nova geração intensificou-se. Segundo um estudo realizado nos Estados Unidos, junto da população adolescente e jovem, a realização de sexo oral é tão natural e recorrente quanto um beijo na boca. Isto não é dizer pouco dos futuros adultos que se estão a criar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;Hoje, as adolescentes vestem-se e pintam-se como as mães, saiem à noite e procuram o consumo alcóolico e sexual a partir dos doze anos. E não é por este crescente acesso ao sexo e conhecimento da vida adulta que melhor se protegem das DST, continuam a existir mães adolecentes. E no meio disto tudo onde estão os pais? Vi esta geração crescer, estudei num&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:Georgia;" &gt;&lt;a href="http://www.ext.marista-lisboa.org/"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;colégio privado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;, e uma coisa que sempre me fez confusão foi o desinteresse dos pais, relegando a educação dos filhos para a escola. Esta &lt;strong&gt;geração adolescente é o reflexo de pais desinteressados&lt;/strong&gt;, sem grandes valores, novos ricos, pseudo-tios e doutorzinhos da treta. (lamento a alternância discursiva face aos parágrafos anteriores).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;GERAÇÃO SMS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;color:black;"  &gt;. Na escola, a ocupação destas juventudes são os i-pod, mp3, conversas de teor sexual, as ofensas aos professores,etc. O resultado disto? Uma juventude deseducada, que &lt;em&gt;exkreve mto mal, e tem goxto nixo.&lt;/em&gt; Se as gerações anteriores foram apelidadas de “rasca” estas, sem dúvida, encontram-se para lá disso. Fechadas num mundo de tecnologias que se divide com o Bairro Alto das noitadas e dos copos (&lt;em&gt;p.ex.),&lt;/em&gt; sem formação cívica e valores morais, serão um dia quem governará o país, quem estará na chefia de instituições, advogados, gestores e médicos. Não se culpe os «Morangos com Açúcar», culpem-se os pais e encarregados de educação.&lt;em&gt;Estamos em maus lençóis.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-8606559153647128739?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/8606559153647128739/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=8606559153647128739' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8606559153647128739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8606559153647128739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/gerao-kxmais-que-rasca.html' title='::Geração KX,mais que rasca?::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-3438978122637614138</id><published>2006-12-20T11:45:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:46:05.672-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futebol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::Deus quer, Mourinho sonha, a obra nasce::</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:VERDANA;font-size:100%;color:#000080;"&gt;&lt;span style="font-family:geor;color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;E Deus falando a Mourinho, como sempre, disse: &lt;em&gt;coloca Drogba, José, coloca Drogba&lt;/em&gt;. E Mourinho ouvinte de Deus que é, fê-lo e ao fazê-lo recebeu as graças de vencer o Newcastle pela primeira vez em St. James Park.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-3438978122637614138?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/3438978122637614138/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=3438978122637614138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3438978122637614138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3438978122637614138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/deus-quer-mourinho-sonha-obra-nasce.html' title='::Deus quer, Mourinho sonha, a obra nasce::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-3467661800410398243</id><published>2006-12-20T11:42:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:44:50.257-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade Portuguesa'/><title type='text'>::caldo entornado::</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/12/20/sociedade/juizes_rejeitam_violencia_domestica_.html"&gt;A Associação Sindical de Juízes considera que não pode haver crime de violência doméstica quando o casal é composto por duas pessoas do mesmo sexo. Por duas razões: por não existir “um caldo sociológico” de “relação de superioridade física do agente em relação à vítima” nesses casos e porque assim se antecipa a “tutela penal à tutela civil” deste tipo de relacionamento.&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Contudo, parece-me uma decisão em que se resolve um problema social negando a sua existência. Não considerar que pode existir violência doméstica entre casais homossexuais –o que há — é o mesmo que relegar o caso para um canto. Neste contexto, considerar nulos os problemas conjugais homossexuais significa, por um lado, negar a conjugalidade gay, e por outro tirar esse problema da agenda social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Independentemente de se negarem as conjugalidades homossexuais e os seus inerentes problemas, tais relações continuarão a existir. Como qualquer relação entre seres humanos, na conjugalidade gay há conflitos e tenções. A violência doméstica homossexual acontece e não pode ser negada. Esse “caldo sociológico de superioridade física” não serve de argumento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-3467661800410398243?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/3467661800410398243/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=3467661800410398243' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3467661800410398243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/3467661800410398243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/caldo-entornado.html' title='::caldo entornado::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-6737178399137239429</id><published>2006-12-18T11:40:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:41:45.522-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grandes Questões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::novelo social::</title><content type='html'>&lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.thereisnogod.info/Italiano/Images/lesbian.gif"&gt;&lt;img src="http://www.thereisnogod.info/Italiano/Images/lesbian.gif" style="margin: 0pt auto 10px; display: block; width: 364px; cursor: pointer; height: 221px; text-align: center;" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:100%;"&gt; A discussão em torno do casamento homossexual é uma discussão que não é nova mas que continua a despertar diversas opiniões e a gerar polémica. A sociedade portuguesa continua a caracterizar-se por entraves e disparidades. Ao nível das mentalidades continuamos a encontrar um fosso entre o litorial e o interior, mas as grandes cidades portuguesas continuam a ser deficitárias em modernidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:100%;"&gt; Segundo noticia hoje o DD &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&amp;id_news=254856"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;u&gt; Os portugueses estão entre os europeus que menos concordam com o casamento entre homossexuais ou a adopção de crianças por casais do mesmo sexo, segundo um Eurobarómetro sobre a opinião pública na União Europeia publicado hoje, em Bruxelas.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não é de estranhar. Numa &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sociedade&lt;/span&gt; que vive cercada de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;preconceito&lt;/span&gt;, qualquer fuga à norma é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;rotulada&lt;/span&gt;. O uso do termo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gay&lt;/span&gt;, passou a ser corrente e qualquer homem mais preocupado com o visual, ou qualquer intenção de melindrar outrem é feita recorrendo ao uso dos termos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gay, bicha, paneleiro&lt;/span&gt;. Muito provavelmente, o facto de eu estar a fazer este post tornar-me-à alvo do rótulo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gay &lt;/span&gt;também. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Em relação ao casamento homossexual, penso que a sociedade ocidental já deveria ter ultrapassado os seus medos e receios, e deveria ser capaz de aceitar as uniões entre indivíduos do mesmo sexo como natural. Neste &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;processo de recuos as religiões têm tido um papel fundamental&lt;/span&gt;, não é por isso de estranhar que Elton John tenha recentemento dito que gostaria de ver as religiões acabarem. Numa altura em que a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;instituição casamento está em crise&lt;/span&gt; não há nada como assimilar na estrutura aqueles que mais desejam casar: homossexuais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;             No que concerne à &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;adopção de crianças por parte de casais homossexuais&lt;/span&gt;, a questão eleva-se à histeria — um pouco à semelhança do que acontece com o aborto –, uns argumentam que as crianças aprendem por imitação logo poderão vir a ser homossexuais — como tal se trata-se de uma doença –, esquecendo que o agregado familiar não é o único modelo de socialização. Outros, simplesmente dizem que não é natural não tendo mais argumento que este. Por mim, penso que é preferível um ambiente familiar saudável, que suprime as necessidades afectivas e demais, e que seja constituído por um casal gay, do que um ambiente pouco saudável, com violência familiar e maus exemplos mas cujo parentesco é heterossexual. É preferível que se tenha dois pais ou duas mães ao invés de viver em orfanatos e instituições onde as crianças são vítimas de abusos das mais variadas espécies. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Eu penso assim.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-6737178399137239429?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/6737178399137239429/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=6737178399137239429' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6737178399137239429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6737178399137239429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/novelo-social.html' title='::novelo social::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-6432342331335441238</id><published>2006-12-18T11:39:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:39:57.233-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aborto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade Portuguesa'/><title type='text'>::aborto pela esquerda::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/12/18/opiniao/de_boas_intencoes.html"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;…&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/12/18/opiniao/de_boas_intencoes.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;Contudo, colocar no mesmo patamar a vida do feto e a vida da mulher é falacioso. Desde logo porque a vida da mulher é uma vida autónoma, enquanto a vida do feto é uma vida potencial.”&lt;/u&gt; &lt;/em&gt;(Joana Amaral Dias)&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://kontraste.wordpress.com/2006/12/13/178-liberalizacao-do-aborto-uma-questao-de-fundo/"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:black;"&gt;“…&lt;u&gt;uma vida em potência. Sublinho em potência. Quem defende que a Vida é um valor supremo defende a vida nascitura mas esquece, ou faz por esquecer, a vida no seu sentido social da Mulher grávida. (…) &lt;strong&gt;porque primeiro que uma vida em potência deve estar uma vida real&lt;/strong&gt;.”&lt;/u&gt; (João Ferreira Dias)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/12/18/opiniao/de_boas_intencoes.html"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;…&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/12/18/opiniao/de_boas_intencoes.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;u&gt;E será que às dez semanas o coração de um filho de um violador não bate? Ou bate pior do que o coração de um filho do método contraceptivo que falhou? Se os defensores do “não” equivalem a vida fetal à vida autónoma, deviam defender, sem tréguas ou excepções, não apenas o julgamento e prisão das mulheres ou casais que abortam, como a vigência de penas semelhantes ao infanticídio para tais criminosos. E talvez até preferissem salvar cem balões de ensaio.”&lt;/u&gt; &lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;(Joana Amaral Dias) &lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; font-style: italic; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://kontraste.wordpress.com/2006/12/13/178-liberalizacao-do-aborto-uma-questao-de-fundo/"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Os “liberais pelo não”, colocam o valor da Vida como valor supremo e subjugam a vontade da Mulher ao seu papel de reprodutora&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;u&gt;. Colocam a questão no plano da moralidade ao mesmo tempo que defendem a aplicabilidade da lei. Uma lei que, a bem ver das coisas, atenta a moralidade do valor “vida”, se tivermos em conta que aborto pelas razões previstas — má formação do feto, perigo de vida materna, violação– não deixam de ser assassinato de uma vida em potência. Sublinho em potência.&lt;/u&gt; (João Ferreira Dias)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Conseguem ver a convergência entre a minha posição e a de Joana Amaral Dias? Isto significa, tão simplesmente, que nisto do debate em torno do Aborto e do seu respectivo referendo, a esquerda encontra um pano de fundo comum e razoável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                         &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-6432342331335441238?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/6432342331335441238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=6432342331335441238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6432342331335441238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/6432342331335441238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/aborto-pela-esquerda.html' title='::aborto pela esquerda::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-2795023856768565216</id><published>2006-12-15T11:33:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:35:21.194-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aborto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade Portuguesa'/><title type='text'>::ilógico, pois claro!::</title><content type='html'>&lt;p style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;" &gt;&lt;a href="http://bloguedonao.blogspot.com/2006/12/o-no-de-francisco-sarsfield-cabral-iii.html"&gt;“A mulher poderá abortar por razões de conveniência – para não perder umas férias na neve já marcadas, por exemplo. “&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Já agora, Francisco Sarsfield Cabral poderá dizer, incluvise, que a mulher começará a abortar porque será uma questão de moda. Já estou a imaginar nas conversas de janela dos bairros de Lisboa: &lt;em&gt;“ó vizinha sabe da última?!Li na Caras que fulana de tal abortou, parece que é a última moda dos ricos!, vamos aderir também!”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;O aborto funcionará asssim como escape para o stress diário. Que futuro terão os ginásios, os terapeutas e afins?!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Palavras ridículas como estas não ajudam em nada à discussão, aliás, só fazem afundar o lado do não. Esta banalização de argumentos de superficialidade retórica só encontram par na divulgação de fotografias de abortos. É como quem diz &lt;em&gt;“vamos lá ver se levamos a água ao moinho pelas imagens chocantes, valerão mais do que os argumentos que (não) temos”&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Para quem sacraliza a concepção e o nascimento colocam o aborto num plano muito terreno. É para onde lhes dá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-2795023856768565216?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/2795023856768565216/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=2795023856768565216' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/2795023856768565216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/2795023856768565216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/ilgico-pois-claro.html' title='::ilógico, pois claro!::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-1726197577490045646</id><published>2006-12-14T11:30:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:31:55.863-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><title type='text'>::UE, adesão e processos::</title><content type='html'>&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo noticia o Diário Digital, &lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=254324"&gt;“Os chefes de Estado e de Governo dos 25 reunidos hoje e sexta-feira, em Bruxelas, deverão endurecer a sua posição quanto a futuros alargamentos da União Europeia. &lt;/a&gt;&lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=254324"&gt;(..) Os 25 não vão impor novas condições para as futuras adesões mas vão advertir que o ritmo dos alargamentos tem de tomar em consideração a «capacidade de absorção» da UE e que a Comissão Europeia deverá avaliar com rigor o impacto das adesões nas políticas comuns europeias.”&lt;/a&gt;&lt;u&gt; &lt;/u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Medida que, de facto, já não era sem tempo. Não me oponho à entrada de novos países na UE, afinal a mesma não é um projecto religioso mas económico e político. Mais, uma maior adesão ao projecto ocidental é uma vitória na luta contra os fundamentalismos. Os que já estão connosco não podem estar contra nós. É triste este pensamento, mas é um pensamento realista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;No entanto, é importante — para todos — que uma correcta adesão seja feita, a um ritmo mais lento, por forma a que a assimilação dos novos membros seja feita da forma mais ordeira. E bem assim, atentar a possíveis situações de conflitos civilizacionais. Impedir sharias na UE, de modo a que o projecto de inclusão não represente um cancro interno. Há que ter tudo em conta.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-1726197577490045646?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/1726197577490045646/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=1726197577490045646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/1726197577490045646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/1726197577490045646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/ue-adeso-e-processos.html' title='::UE, adesão e processos::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7734082390874164401.post-8367988856451045813</id><published>2006-12-13T11:28:00.000-08:00</published><updated>2007-09-04T11:30:19.264-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kontrastes (2.0)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aborto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade Portuguesa'/><title type='text'>::liberalização do aborto, uma questão de fundo::</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Georgia; color: black;"&gt;A discussão sobre o aborto tem motivado tantos &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;posts&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e artigos nos mais diversos meios de comunicação, a retórica pelo sim e pelo não está bem clara e expressa, que me tenho detido de deixar clara a minha posição, salvo pelo logo na sidebar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Georgia; color: black;"&gt;Os “liberais pelo não”, colocam o valor da Vida como valor supremo e subjugam a vontade da Mulher ao seu papel de reprodutora&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Georgia; color: black;"&gt;. Colocam a questão no plano da moralidade ao mesmo tempo que defendem a aplicabilidade da lei. Uma lei que, a bem ver das coisas, atenta a moralidade do valor “vida”, se tivermos em conta que aborto pelas razões previstas — má formação do feto, perigo de vida materna, violação– não deixam de ser assassinato de uma vida em potência. Sublinho em potência.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Georgia; color: black;"&gt;Quem defende que a Vida é um valor supremo defende a vida nascitura mas esquece, ou faz por esquecer, a vida no seu sentido social da Mulher grávida. Esquece que a gravidez acidental e não desejada pode constituir todo um complexo embaraço social para a referida, pode representar o fim de uma relação ou o início forçado de outra, uma perda de oportunidade de emprego ou o agravamento das condições de subsistência. Isto é atentado à vida também, &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;porque primeiro que uma vida em potência deve estar uma vida real&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Georgia; color: black;"&gt;Só não aprovo que o Estado tenha de acarretar com as despesas de aborto, pelo menos na sua totalidade. Se falamos numa questão de escolhas — escolha em abortar em vez de gerar vida –então as despesas dessa escolha devem caber às mulheres e/ou casal que optam por essa decisão, exceptuando-se casos de claras impossibilidades financeiras.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Georgia; color: black;"&gt;Pela vida, sempre pela vida– a vida do ser real e social.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Georgia; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7734082390874164401-8367988856451045813?l=joaoferreiradias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/feeds/8367988856451045813/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7734082390874164401&amp;postID=8367988856451045813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8367988856451045813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7734082390874164401/posts/default/8367988856451045813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaoferreiradias.blogspot.com/2006/12/liberalizao-do-aborto-uma-questo-de.html' title='::liberalização do aborto, uma questão de fundo::'/><author><name>&lt;i&gt;João Ferreira Dias&lt;/i&gt;</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05379172188026570625'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>